OS MILITARES E A BARBÁRIE (1964 a 1984)

– Os militares transformaram o Brasil na Belíndia (Edmar Bacha, 1974).
– Os militares assaltaram o país “erguendo estranhas catedrais” (Chico Buarque) e nos submeteram ao FMI até o governo Lula quitar a dívida.
– Os militares, além de desonestos intelectuais com o negacionismo do golpe e comemoração do genocídio, afundaram o país em um mar de lama, sangue e miséria.
– Os militares eram torturadores e permitiram a formação de milícias paralelas (os “esquadrões da morte”) com seus asseclas matadores e estupradores. Um dos mais emblemáticos milicianos foi Lúcio Flávio, que disse a célebre frase: “Polícia é polícia, bandido é bandido. Não devem se misturar, igual água e azeite”. A frase consta no livro “Lúcio Flávio, O Passageiro da Agonia”, de José Louzeiro, publicado em 1976, que foi inspiração para o filme de Hector Babenco, de 1977.
– Os militares com suas odes e ideologias não governam, apenas matam e dão autorização para matar pobres, negros, mulheres e todos aqueles que não optaram pela blasé vida da “Tradição, Família e Propriedade”.
– Os militares praticaram o banditismo deliberado e controlaram todos os meios de comunicação para alienar o povo.
Quem diz que em 64 não houve golpe é desonesto, mas, quem comemora, é mau caráter.
Quem tem medo de democracia é vazio e não suportam a LIBERDADE!

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