DW apresenta um estudo sobre a ultradireita na Alemanha

O Brasil é considerado, genericamente, um país “culturalmente diverso”. Sem entrarmos na questão do que isso significa em termos teóricos, podemos dar outro significado para “xenofobia”, que é simplesmente RACISMO.

O racismo no Brasil une a ultradireita brasileira, fazendo com que elementos de unificação e identidade possam ser forjados na ideia genérica de CRIME e CORRUPÇÃO.

De acordo com Jessé Souza (A Elite do atraso), o senso comum brasileiro, capitaneado pelas elites econômicas e políticas, e por intermédio do mito fundacional do patrimonialismo e clientelismo, geram um sentimento coletivo de que o preto pobre é criminoso e brancos são corruptos.

Portanto, o que une a extrema-direita brasileira é o racismo, manifestado em dizeres como “Você sabe com quem estás falando?”, ou, “Sim, senhor, doutor!”

Outra unificação possível é a meritocracia, que ilude a sociedade brasileira de que o governo não deve servir ao estado de bem estar social (termo controverso, que precisaríamos mais uma seção para analisá-lo)

Atualmente, sabendo que a direita é conduzida por “pensamentos de manada”, criaram a “Venezuela”, que transplanta o pensamento da internacional neofascista de Steve Bannon para a América Latina, com todos os mitos possíveis a respeito da atual “crise migratória”.

Bem, essa é uma possível linha de investigação para o estudo alemão a seguir: 👇

https://www.dw.com/pt-br/estudo-alem%C3%A3o-desbanca-no%C3%A7%C3%A3o-do-ultradireitista-pobre-e-inculto/a-47812060


“Um novo estudo da Universidade de Marburg, no oeste da Alemanha, sugere que as narrativas tradicionais sobre quem são os eleitores da extrema direita podem ser mais baseadas em estereótipos do que em fatos. Contrariando a difundida noção do adepto da Alternativa para a Alemanha (AfD) de baixa renda e inculto, a xenofobia é a única categoria que realmente une a ultradireita” (DW)


1. Cruz celta: Embora a cruz celta não seja um símbolo explicitamente racista, ela é muitas vezes usada por pessoas do movimento white power, especialmente os boneheads, e também frequentemente utilizada por outros grupos racistas.
2. Runa de Odin: É o símbolo de uma religião pagã chamada odinismo. Nem a religião nem o símbolo são racistas, mas ambos foram cooptados por certos sectores da extrema direita.
3. Símbolo da White Power: Este símbolo pode ser frequentemente reconhecido como um patch usado em coletes ou jaquetas de skinheads racistas.
4. Cruz de Ferro (Iron Cross): Assim como a cruz celta, esse é um símbolo que não é inerentemente racista, mas é frequentemente utilizado por membros do movimento racista. A cruz representa a força. Para identificá-lo como um símbolo racista, ela normalmente tem uma suástica no centro da cruz.
5. Símbolo da Schutzstaffel (Sieg Rune; ϟ ϟ): Este símbolo é visto frequentemente tatuado nos skinheads racistas. É o símbolo que era usado originalmente pela SS de Hitler.
6. Deaths Head: Este símbolo foi originalmente usado por soldados nazistas SS durante a Segunda Guerra Mundial, mas agora pode ser visto frequentemente usado pelos skinheads racistas. É também um favorito entre aqueles na cena da música white power.[
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